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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Tudo pode mudar- Postado por Milena Nicodemos


             Um belo dia uma garota parou para perguntar a se mesmo o porquê dela sempre se apaixonar por pessoas erradas, o porquê dela nunca ser correspondida, o porquê dela sofrer tanto de amor. Então ela descobre que para que ela fosse correspondida ela precisava de coragem para dizer o que sente a quem ela gosta, mas ela não tinha toda essa coragem.
             Então entrou numa depressão horrível não saia de casa, não fazia nada que uma jovem linda e saudável precisa para se divertir, vivia triste, sempre de mau humor, sua família chegou a se desesperar por não saber o motivo de tudo aquilo então a convenceram a ir numa festa de família. Desanimada ela foi, ao chegar lá muito mal humorada sentou-se próxima aos petiscos, pois estava nervosa e pôs-se a comer de repente um rapaz vistoso chegou próximo dela e perguntou:
-Por que você esta assim triste de mau humor, sentada nesse canto.
Ela responde:
-Por nada. Brigada pela sua preocupação
Ele insiste:
-Desde que você chegou que eu te observo você me parece ser muito fechada ou estou enganado?
-Acho que você tá enganado. Ela se anima e sorri.
-Então que bom. Vamos dançar?
- Eu não sei.
- Eu te ensino.
Ela ficou tão feliz que parece que tudo aquilo que ela estava passando era só um pensamento sem fim e ela confiando no rapaz foi dançar. Só que ela não sabia que ele seria sua companhia eterna......

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pense tambem um pouco no seu "EU"


                                    REVOLUÇÃO DA ALMA 
 
Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
Se você anda repetindo muito “eu preciso tanto de você" ou "você é a razão da minha vida", cuide-se.
Remova essas palavras e principalmente a ação dessas palavras da sua vida, pois fazem muito mal ao seu "eu" interior.
A razão da sua vida é você mesmo.
A Sua paz interior é a Sua meta de vida, quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você.


Não coloque objetivos longes demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.

Se você anda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares,
busque em seu interior a resposta para acalmar lhe, você é reflexo do que pensa diariamente.
Pare de pensar mal de você mesmo, e seja seu melhor amigo sempre.

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.
Então abra um sorriso para aprovar o mundo que lhe quer oferecer o melhor.
Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto” para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.


E, não se esqueça nunca de agradecer. Quando você agradece, Deus recebe seu coração.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

Por fim, acredite que não estamos sozinhos um instante sequer.
Você pode, através de uma oração simples e de coração buscar Aquele que é maior que quaisquer problemas.
Unir-se a DEUS nos momentos de alegria, garante uma facilidade maior de contato nos momentos menos alegres.
(Paulo Roberto Gaefke)

 Isso tudo não quer dizer que você não deva amar ao seu próximo, se apaixonar, ser amada por outras pessoas este texto do Paulo Roberto quer apenas que você entenda o seu eu, que você se compreenda em primeiro lugar.




sábado, 29 de setembro de 2012

A vida é sua? Ou não?


"Amo mais do que a mim mesma" "Amo mais do que tudo" "Faria tudo por ele" Ah, como o amor é lindo. E tão ciumento né? E talvez até meio egoísta. Pois bem, eu discordo.
 Estamos em pleno século XXI e até hoje vejo gente que trocaria suas amigas, seus amigos, seu cachorro, e até mesmo sua família (isso mesmo!) pelo seu namorado (a). E é muito triste isso, porque às vezes a pessoa fica tão cega pelo ciúmes e acaba achando que a pessoa que está do seu lado é só dela, e sua vida tem que se voltar somente para ela. E o pior: o parceiro aceita, entende e larga tudo pelo seu amorzinho!
Se afastar de pessoas que nos fazem mal, deixar e modelar alguns de nossos defeitos quando estamos namorando, é completamente normal. Mais não sair de casa sem o namorado, excluir todos seus contatos e fotos com amigos homens, não cumprimentar mais ninguém do sexo masculino, e deixar de pintar as unhas de cores fortes, ou de passar um batonzinho com um pouquinho de mais cor é totalmente falta de amor próprio.
E existe isso gente! Tudo bem, eu acho lindo as pessoas que se amam e cuidam do seu parceiro, e pensam em casar e ter uma bela familiazinha. Mais, você é você, e isso ninguém pode tirar de você! E se um dia ele terminar com você? E aí? Será mesmo que os amigos, e tudo aquilo que você abandonou vai estar ali de bandeja para te consolar? Acho que não.
Não é que não exista amor entre casais assim. Pode ser que tenha, mais é só que eles ainda não souberam colocar. O que falta mesmo é ter cada um a sua própria vida, e compartilhar isso com o outro. E temos que nos importar mais com o afeto, que vai muito mais além do que sentimento de ciúmes, apego e tal. Pessoas que se preocupam demais em ter a pessoa só para ela, acabam perdendo a sua própria personalidade. De repente, aquilo que você amava fazer (e não era errado), você acabou deixando simplesmente por causa do medinho idiota do seu namorado.
Não perca seu tempo, a vida é uma só e o mais importante ela é sua!
AUTORA: Isabella Nunes, dona do blog www.vaisonhando.blogspot.com, se diverte escrevendo sobre seu mundo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Amor verdadeiro



 
       Às vezes pensamos que amamos uma pessoa, ai de repente aparece alguém em nossas vidas que nos faz virar de ponta cabeça, como no caso da Cida e do Elano no capítulo de terça e quarta-feira da novela “Cheias de Charme”.  Onde Cida depois de tudo o que ela passou para descobrir que o amava realmente se declara para Elano, mas o que ela não sabia é que ele ainda a amava, que seu amor era realmente verdadeiro.  Quem acompanha a novela sabe o que ocorreu no passado.
Mas o que eu realmente quero com isso? Vocês devem estar se perguntando.
      O que eu quero é dar minha opinião sobre amor verdadeiro não só minha opinião, mas esclarecer para quem não tem noção do que isto ou pensa que não existe.
     Amar é um sentimento profundo que para chegarmos até ele precisamos primeiro nos apaixonar seja à primeira vista, ou por conta de uma admiração que temos por alguém. 
     O amor verdadeiro é aquele que nunca morre, é aquele que persiste em nossa vida mesmo se estivermos com outra pessoa, casada,morando juntos, sei lá! Acompanhada, mesmo assim o amor verdadeiro quando menos esperamos ele retorna em nossas mentes e nos deixa bastante abalados, quem já passou por um sentimento como esse sabe muito bem onde eu estou querendo chegar.
Estou querendo dizer que ele existe sim para quem realmente se guarda para esse momento.
     Enfim o amor é o amor e assim como as novelas que muita gente pensa que tudo o que se passa em uma novela é uma ficção na verdade não é. A novela é um conjunto de realidades que se passam em nosso cotidiano e ela sempre traz o amor com bastante frequência então quero dizer que ele pode sim em poucos casos ser parecido com uma novela onde tudo o que vemos pode se tornar realidade que podemos sim ser felizes para sempre com quem amamos.





ESCRITO POR MILENA NICODEMOS

domingo, 23 de setembro de 2012

Pensamentos de uma adolescente estranha

·       


   “Sou complicada, difícil e um tanto quanto indecifrável. Se você tentar entender o que se passa dentro de mim, é capaz de quase enlouquecer — e não duvido que até seja capaz disso realmente acontecer. Talvez isso explique porque eu sou tão estranha e, às vezes, indecisa. São tantos pensamentos, vontades e maneiras de agir que nem eu mesma me entendo por completo. Loucura, não? Talvez. Mas a questão é que, a cada dia, ao invés dessa complexidade toda que existe em mim diminuir, ela só aumenta. Aumenta, preenche e transborda. Pra todos os lados e direções, atingindo a todos à minha volta. Uns acham ruim, outros até gostam. O complicado é interessante, não é? No meu caso, nem sempre. Às vezes faz com que as pessoas se afastem, com que eu mesma me isole ou com que seja criada uma espécie de barreira que delimita até onde é permitido ir. Mas, também, às vezes faz com que se aproximem só para tentarem decifrar todo o mistério que me envolve. Sorte a minha, quem sabe assim acabam tendo motivos o suficiente para continuarem por perto — ou, pro meu azar, para partirem o mais depressa que puderem.”







domingo, 16 de setembro de 2012

Chega uma hora que a gente quer parar

O tempo todo se fala de começar e fechar ciclos. O próprio ato de dormir e acordar na manhã seguinte sugere o fechamento de um dia e início do outro. São segundas, terças e quartas que nunca se repetem. São semanas que variam dentro de meses diferentes que transcendem anos. Um dia nunca é igual ao outro e aquela máxima de viver um dia de cada vez parece ser mais natural do que parece. Mas e quando se fala em amor?
Histórias batidas de términos ilustram as televisões e os romances de prateleiras desde que o mundo se entende por gente. Amores épicos e confusos, trágicos e simplórios se estendem pela História da humanidade paralelamente ao desenvolvimento de sociedades antigas e contemporâneas. A gente já aprendeu como se cura uma decepção amorosa das mais diversas e criativas formas. E também ouvimos receitas e mais receitas de como terminar um relacionamento, desde aquele primeiro amor juvenil ao relacionamento à distância que sufocava os dois.
Quando a gente precisa de um tempo pra gente? A ideia é que seja um tempo para colocar as coisas no lugar, aproveitar a solteirice e preparar terreno para quando bater aquela vontade de se doar a alguém. A ideia do tempo em que não estamos nos relacionando deveria servir justamente para isso: não pensar e buscar novos relacionamentos. O estar sozinho passou a ser considerado um crime. É sinal de fracasso e indica falta de algo. Mesmo com a revolução sexual e com as grandes possibilidades de se estar feliz sozinho, muita gente ainda levanta a bandeira da necessidade de ter alguém, ou pior, de buscar alguém. Essa busca desenfreada tira o olhar do “eu” e direciona o olhar para o outro. Pode parecer natural ou um alarde desnecessário, mas a partir do momento em que não aproveitamos e entendemos aquele espaço de reclusão, passamos a nos tornar escravos de uma ação: o ciclo da companhia. O que a gente nunca deu atenção é sobre o hiato que acontece entre uma despedida e um encontro.
A nossa geração não sabe ficar sozinha. A gente aprendeu desde a criação social do homem que a vida é motivada por relacionamentos. A gente nasce de um relacionamento, cresce e estuda para ter condições financeiras e psicológicas para sustentar um relacionamento e fechar mais um ciclo. Óbvio que as condições estão mudando e que a busca pela independência tem nos tornado um pouco mais individualistas, o que sugere um rompimento desse ciclo vicioso e limitado de vida. Mas ainda assim somos carentes e buscamos companhia constantemente. Esse ciclo se comprova por aquelas frases de “ah, como eu queria estar namorando”. O importante nunca é quem, mas sim o status de estar ou ter. O olhar é tão perdido que valoriza mais o futuro da companhia do que o momento de reclusão, como se você não se bastasse e a busca da felicidade implicasse em achar alguém para trazê-la. Para onde foi o senso de “deixa estar” das pessoas?
A pausa não se antecipa. Ela pede que você se distancie dessa fixação por companhia e aproveite a sua. Aproveite o tempo para entender melhor sobre você e sobre os seus gostos. Aproveitar a sua companhia e desenvolver habilidades e percepções que podem estar acopladas à ideia de felicidade. Meditar, comer besteira, encarar novos projetos e ler um livro de terror que você sempre morreu de medo. Quando a gente precisa de uma pausa, as coisas pedem calma e pedem tempo. E pedem que a atenção seja dada ao “eu” e não ao outro. E pedem um pouco de “deixa pra lá” nos relacionamentos e um pouco mais de entender que a vida pode ir bem além disso. É preparar o terreno sem ter essa intenção e perceber que isso vai melhorar a qualidade dos seus próximos relacionamentos porque melhora você. É como um mantra repetido toda noite de frente pra TV quando você troca de canal. A programação é extensa e filmes possuem gêneros diferentes. Então por que ver a mesma comédia romântica de sempre se você pode escolher um canal diferente que tenha mais a ver com você? E se a programação persistir a mesma, você pode desligar a TV.
 AUTOR: Daniel Bovolento é redator publicitário e também colunista de alguns sites e blogs. Atualiza o http://entretodasascoisas.com.br/ semanalmente, vale a pena dar uma olhada!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O amor acabou


Quando foi que o amor acabou e o príncipe virou sapo e a princesa desencantou? Provavelmente depois de tantos beijos não dados, de tantos momentos deixados pro lado, de tanto monólogo de ambas as partes. Em geral o amor assiste à própria morte e resta silencioso. Ou ele grita por socorro e as pessoas se fazem de surdas. O mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou.
Há pessoas que insistem simplesmente porque não querem admitir o fim. E caminham vagarosamente na vida, vivendo o dia-a-dia como se não houvesse o depois. Mas a vida não acaba quando morre um amor. Ela simplesmente passa por uma transição que, como todas, é freqüentemente dolorida. Tememos as mudanças porque tememos o desconhecido. Mas o que é o desconhecido?

Mesmo o dia de amanhã, não podemos tocá-lo até que ele chegue a nós, não podemos sabê-lo até que chegue o momento em que, mergulhados, precisamos vivê-lo. Aceitar a morte, qualquer que s
eja, é reconhecer nossa vulnerabilidade diante da vida. E somos seres orgulhosos por demais para querer reconhecer nossa fragilidade ante o que não podemos controlar. E a vida não se controla.

Ela se abate sobre nossas cabeças e tudo o que podemos fazer é vivê-la o mais intensamente possível com todos os riscos e perigos que ela nos impõe, com todas as surpresas, que ela nos reserva. Precisamos é tirar o melhor partido do que está nas nossas mãos e reconhecer que pra todo fim há sempre um recomeço. Uma perda é quase sempre um ganho, é muitas vezes a válvula propulsora para uma nova vida, uma nova história, um novo amanhã.
(Letícia Thompson)